Especialista em
DTM e Bruxismo
Você reconhece
estes sinais?
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Dor no rosto que não passa. Dor de cabeça ou enxaqueca frequente. Dor no ouvido, no pescoço ou nos ombros.
Dor forte
1
A mandíbula trava, estala ou range ao mastigar. Às vezes fica difícil até abrir bem a boca, ou engolir.
Mandibula travada
2
Zumbido no ouvido, cansaço que não passa, aquela sensação de estar sempre tensa.
Zumbido
3
O que acontece se você não tratar?
Sem tratamento, o desequilíbrio na mandíbula tende a piorar.
O bruxismo se intensifica,
os dentes desgastam;
Quebra de dentes;
Mordida que fere a parte
interna da boca;
E aqui está o que mais surpreende meus pacientes:
A dor quase nunca começa na mandíbula.
Na avaliação clínica, com toque e testes específicos, eu costumo encontrar a verdadeira origem em outro lugar — às vezes numa tensão antiga no antebraço, num ombro, numa postura. Essa tensão vai se acumulando, dia após dia, através de cadeias musculares conectadas, até chegar na ATM.
Por isso, tratar só a mandíbula raramente resolve de verdade. É preciso encontrar onde o problema realmente começou.

A solução:
(Parte 1: a avaliação)
Como funciona a avaliação
Antes de qualquer toque, eu escuto. A primeira etapa é uma entrevista detalhada sobre seus hábitos, sua postura no dia a dia e o histórico das suas dores — porque a origem do problema, na maioria das vezes, está escondida nessa história.
Em seguida, utilizo escalas e questionários estruturados que ajudam a colocar em números o que muitas vezes é difícil de explicar com palavras: a intensidade real do que você sente.
Só então chega o toque. Com testes provocativos específicos, eu rastreio as cadeias musculares do seu corpo até encontrar onde a tensão realmente começou — que pode estar bem longe da sua mandíbula.
O resultado não é um diagnóstico genérico. É um mapa específico do seu corpo, da sua dor.
(Parte 2: o tratamento)
Como funciona o tratamento
Esse mapa não mostra só onde dói — ele mostra um caminho. A tensão no seu corpo segue uma direção, e os testes provocativos revelam qual: às vezes ela é ascendente, subindo do tronco até chegar na face e no crânio. Outras vezes é o contrário, crânio-caudal, começando na cabeça e descendo pelo corpo.
É essa direção que define minha abordagem em cada sessão — porque tratar a mandíbula sem entender de onde a tensão vem é tratar só a metade do problema.
O histórico de traumas e cirurgias que você me conta na entrevista também entra aqui, somando-se ao que o toque revela. Cada informação importa.
No fim, o que guia o tratamento não é um protocolo padrão. É o que o seu próprio corpo mostra — porque o corpo fala, o corpo grita.
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Por que confiar nesse processo?
Há entre 3 e 8 anos atendendo pacientes com dor e disfunção, com formação específica em DTM através dos cursos Desvendando DTM e Silêncio neural — não é uma especialização genérica em massagem, é um estudo dedicado a entender como a dor na face e na mandíbula realmente se forma no corpo.
Minha abordagem também é integrativa: além do toque e da avaliação manual, eu olho para o corpo como um todo, considerando aspectos nutricionais e funcionais que muitas vezes influenciam diretamente a inflamação e a recuperação muscular.
O objetivo nunca é aplicar uma técnica padrão. É entender, sessão a sessão, o que o seu corpo está pedindo.

DEPOIMENTOS

PERGUNTAS FREQUENTES:
Quantas sessões vou precisar?
Depende do que a avaliação revelar. Há casos em que já na primeira sessão o paciente percebe uma mudança significativa. Em média, para casos de complexidade leve — como enxaqueca frequente, zumbido ou estalos — costumam ser necessárias entre 4 e 5 sessões para resultados consistentes. Casos mais complexos, que envolvem alterações na mordida ou comprometimentos biomecânicos maiores, podem requerer um número maior. O número exato só consigo determinar depois da primeira avaliação.
Funciona mesmo, ou é só alívio temporário?
O objetivo do tratamento não é mascarar a dor — é encontrar e trabalhar a origem dela. Quando tratamos a cadeia muscular que gerou o problema, e não apenas o ponto onde a dor aparece, os resultados tendem a ser duradouros. Vale lembrar que o estresse e a ansiedade são duas das causas mais influentes na DTM — invisíveis, mas presentes em quase todos os casos. Por isso, dentro da própria sessão, posso
guiar práticas de respiração para reduzir o nível de tensão do sistema nervoso, porque um corpo menos estressado responde melhor ao tratamento.
Qual a diferença entre isso e o que o dentista já me ofereceu?
O dentista trata a DTM pelo ângulo da oclusão e da estrutura articular — placas, ajustes, cirurgia quando necessário. Meu trabalho é complementar: trato o componente muscular e fascial, as cadeias de tensão que contribuem para o problema. A prática manual auxilia significativamente o tratamento odontológico, e os dois juntos tendem a entregar resultados mais completos do que cada um separado.
Preciso de encaminhamento médico ou dentista para começar?
Não. Você pode me procurar diretamente. Se durante a avaliação eu identificar que o seu caso requer acompanhamento de outro profissional, eu te oriento sobre isso.

Alivie dores na mandíbula, rosto, pescoço e cabeça com um tratamento personalizado que busca a verdadeira origem do problema.
Você não precisa continuar com dor. Nem com a mandíbula travada.
Se você chegou até aqui, provavelmente já reconheceu algo do que sente nessa página. O próximo passo é simples: uma conversa.
Na primeira sessão, faço a avaliação completa — a entrevista, as escalas, os testes — e já saímos com um mapa claro do que está acontecendo no seu corpo e por onde vamos começar.
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